Semana 1 — conhecer
Conversa inicial com você. Conversa com seus pais, com consentimento registrado. Visita de avaliação para conhecer a casa, a rotina e o que já está montado.
Como funciona
Nada começa com contrato. Começa com uma conversa para entender se a Bampe é mesmo o que a sua família precisa agora.
Uma conversa com quem procurou a Bampe — normalmente um filho ou filha. Queremos entender a situação real: o que já funciona, o que está pesando e o que motivou a busca agora.
Seus pais participam desde o início. Explicamos o que será feito, ouvimos o que eles querem e o que não querem, e respeitamos os limites que colocarem.
Nem tudo precisa ser resolvido no primeiro mês. Separamos o que é urgente, o que é importante e o que pode esperar.
Apresentamos quem vai acompanhar a sua família. Você conhece essa pessoa antes de o acompanhamento começar.
Na frequência do plano escolhido. As demandas do dia a dia passam a ser encaminhadas conforme aparecem.
Cada visita, ligação e encaminhamento vira registro, disponível para a família autorizada a qualquer momento.
Se a necessidade aumenta ou diminui, o acompanhamento acompanha. Mudar de plano é conversa, não burocracia.
Primeiros 30 dias
O começo é a parte que mais gera insegurança. Por isso ele é o mais estruturado.
Conversa inicial com você. Conversa com seus pais, com consentimento registrado. Visita de avaliação para conhecer a casa, a rotina e o que já está montado.
Definição das prioridades junto com a família. Apresentação da pessoa de referência. Primeira visita de acompanhamento e abertura do diário de bordo.
Organização dos pontos mais urgentes: medicação, consultas em aberto, documentos dispersos, serviços pendentes na casa.
Conversa de balanço com a família: o que funcionou, o que precisa mudar, se a frequência está certa. É comum ajustar o plano aqui.
Diário de bordo
Não é um formulário com caixinhas marcadas. É a pessoa que esteve lá contando o que aconteceu — com contexto, não só com dados.
Data e duração do contato, resumo do que aconteceu, orientações médicas recebidas, medicação, compromissos futuros, pendências e o que merece atenção.
Apenas as pessoas autorizadas por escrito pela família — e quem é acompanhado sabe o que está sendo registrado.
Porque a memória de uma família é frágil e a de um cuidado precisa não ser. Dá para olhar seis meses atrás e entender o que mudou.