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Bampe

Como funciona

Da primeira conversa ao acompanhamento contínuo.

Nada começa com contrato. Começa com uma conversa para entender se a Bampe é mesmo o que a sua família precisa agora.

  1. Conhecemos a família

    Uma conversa com quem procurou a Bampe — normalmente um filho ou filha. Queremos entender a situação real: o que já funciona, o que está pesando e o que motivou a busca agora.

  2. Conversamos com quem será acompanhado

    Seus pais participam desde o início. Explicamos o que será feito, ouvimos o que eles querem e o que não querem, e respeitamos os limites que colocarem.

  3. Identificamos as prioridades

    Nem tudo precisa ser resolvido no primeiro mês. Separamos o que é urgente, o que é importante e o que pode esperar.

  4. Definimos a pessoa de referência

    Apresentamos quem vai acompanhar a sua família. Você conhece essa pessoa antes de o acompanhamento começar.

  5. Começam as visitas e os contatos

    Na frequência do plano escolhido. As demandas do dia a dia passam a ser encaminhadas conforme aparecem.

  6. Registramos tudo no diário de bordo

    Cada visita, ligação e encaminhamento vira registro, disponível para a família autorizada a qualquer momento.

  7. Revemos o plano quando a rotina muda

    Se a necessidade aumenta ou diminui, o acompanhamento acompanha. Mudar de plano é conversa, não burocracia.

Primeiros 30 dias

Como é o primeiro mês

O começo é a parte que mais gera insegurança. Por isso ele é o mais estruturado.

Semana 1 — conhecer

Conversa inicial com você. Conversa com seus pais, com consentimento registrado. Visita de avaliação para conhecer a casa, a rotina e o que já está montado.

Semana 2 — organizar

Definição das prioridades junto com a família. Apresentação da pessoa de referência. Primeira visita de acompanhamento e abertura do diário de bordo.

Semanas 3 e 4 — colocar em pé

Organização dos pontos mais urgentes: medicação, consultas em aberto, documentos dispersos, serviços pendentes na casa.

Fim do primeiro mês — revisar

Conversa de balanço com a família: o que funcionou, o que precisa mudar, se a frequência está certa. É comum ajustar o plano aqui.

Diário de bordo

Como o registro é feito

Não é um formulário com caixinhas marcadas. É a pessoa que esteve lá contando o que aconteceu — com contexto, não só com dados.

O que entra

Data e duração do contato, resumo do que aconteceu, orientações médicas recebidas, medicação, compromissos futuros, pendências e o que merece atenção.

Quem acessa

Apenas as pessoas autorizadas por escrito pela família — e quem é acompanhado sabe o que está sendo registrado.

Por que importa

Porque a memória de uma família é frágil e a de um cuidado precisa não ser. Dá para olhar seis meses atrás e entender o que mudou.

Quer entender como seria no caso da sua família?

Falar com a Bampe